Um dos casos mais misteriosos do mundo chegou ao fim: a identidade do serial killer Zodíaco foi descoberta.

O misterioso assassino do Zodíaco, que enviava cartas à polícia debochando por não ser encontrado: Um dos mistérios mais antigos do caso Zodíaco foi finalmente resolvido, depois que uma equipe internacional de quebra de códigos decifrou a carta enviada pelo assassino ao San Francisco Chronicle, há 51 anos atrás.

Três decifradores de códigos finalmente decodificaram a mensagem que dizia: “Espero que vocês estejam se divertindo tentando me pegar. Não tenho medo da câmara de gás. Ela vai me mandar para o paraíso mais cedo, agora eu tenho escravos suficientes para trabalhar para mim”.

O Zodíaco é um dos mais assassinos mais falados nos EUA, mas nunca foi identificado. No final de 1960, ele aterrorizou o norte da Califórnia com cinco assassinatos brutais e, embora muitos tenham especulado sobre a sua identidade, esta permanece um mistério até os dias de hoje.

Em 20/12/1968, o casal David Faraday e Betty Lou Jensen haviam estacionado em uma saída de cascalho próxima a uma rodovia e foram atacados. Betty Lou foi baleada cinco vezes e David levou um tiro na cabeça.

Em 04/07/1969, outro casal jovem foi atacado pelo Zodíaco, a apenas alguns quilômetros do local do primeiro assassinato. Darlene Ferrin e Mike Mageau estavam no estacionamento de um parque, quando um homem se aproximou e abriu fogo. Darlene foi morta, mas Mike sobreviveu.

Em menos de 1 hora após o ataque, um homem ligou para a polícia de um telefone público e disse: “Se vocês forem ao estacionamento do Columbus Paraty, encontrarão dois corpos em um carro marrom. Eles foram baleados com uma Luger 9 mm. Também matei o casal no ano passado, adeus.”

Mike, o sobrevivente do 2º ataque, descreveu o Zodíaco: “Um homem branco, cerca de 1,70m de altura, não era gordo, mas corpulento, cabelo curto, castanho claro quase loiro…com um rosto grande e óculos de aro grossos.”

Em 31/07/1969, o Zodíaco enviou cartas a três jornais, The San Francisco Chronicle, San Francisco Examiner e para o Vallejo Times-Herald. Elas diziam: “Sou o assassino dos 2 adolescentes no último Natal no Lago Herman e da garota no dia 4 de julho em Vallejo”.

Continuou: “Quero este código na primeira página do seu jornal. Neles está minha identidade. Se não imprimir até 1° de agosto, irei fazer uma série de execuções. Vou matar pessoas solitárias durante a noite, e vou matar de novo, até acabar com uma dúzia no fim de semana.”

Em 27/09/1969, outro casal foi atacado. Bryan Hartnell e Cecelia Shepard, faziam um piquenique no Napa quando foram abordados e tiveram seus braços e pernas amarrados com um fio de varal de plástico. Cecelia recebeu 24 golpes. Entretanto, Bryan levou 10 facadas, mas sobreviveu.

Antes de abandonar totalmente a cena, o assassino escreveu uma mensagem para a polícia no carro do casal. Com uma caneta hidrográfica, ele desenhou seu símbolo do Zodíaco acima das datas e locais dos assassinatos pelos quais ele assumiu o crédito.

Bryan relatou aos policiais que o assassino era um homem vestindo um capuz azul escuro, com buracos para os olhos. Na frente do capuz, sobre o peito, o símbolo do Zodíaco foi desenhado em tinta branca. Ele usava óculos grossos prendendo a máscara no rosto.

Em 11/10/1969, o motorista de táxi Paul Stine pegou um cliente que mais tarde foi identificado como o Zodíaco. Ao chegar no seu destino, o assassino em série disparou um tiro na nuca de Paul, roubou a carteira, os óculos e cortou um pedaço da camisa ensanguentada da vítima.

O Zodíaco ligou e zombou da polícia por ter cruzado com eles ao sair da cena do crime. Poucos dias depois, o The San Francisco Chronicle recebeu uma carta. Dentro do envelope, havia um pedaço da camisa manchada de sangue de Paul. Essa foi a última morte atribuída ao Zodíaco.

Nas décadas seguintes, uma série de assassinatos foram relacionados ao assassino. Em seus comunicados, ele afirmou ter matado 37 pessoas, mas esse número nunca foi confirmado. As mortes pararam em 1969, mas, as cartas continuaram até 1974.

Arthur Leigh Allen foi considerado suspeito de ser o Assassino do Zodíaco. Identificado, após depoimentos, como responsável pelo ataque a Mike e Darlene, foi feita uma revista em sua casa onde haviam materiais explosivos. Tudo se voltava contra ele, mas nada era comprovado.

Arthur também era cliente da marca de relógios Zodiac, cujo símbolo era o mesmo usado nas cartas enviadas pelo assassino. Em entrevista, ele revelou que o seu livro preferido contava a história de seres humanos sendo caçados. Um exame de DNA o descartou como sendo o assassino.

O Zodíaco voltou à mídia quando o escritor Gary L. Stewart, autor de “O animal mais perigoso de todos”, disse ser filho do assassino. A descoberta foi feita depois que Gary resolveu ir atrás de seu pai biológico. Ele afirma que há comprovação forense de que o assassino é seu pai.

Antes de Stewart, outra pessoa já havia afirmado ter uma relação de parentesco com o assassino. Em 1991, um advogado de São Francisco alegou que seu irmão já morto, Jack Steadman Beeman, era o assassino, mas nada nunca foi comprovado.

Com todas as evidências da polícia na época, existe uma teoria de que o Assassino do Zodíaco tenha sido, na verdade, duas pessoas. Um que de fato estava cometendo os crimes e outro que era “inspirado” por ele, agindo da mesma forma.

Se essa teoria for correta, torna-se ainda mais difícil encontrar os responsáveis, visto que não conseguiram prender nem mesmo uma pessoa por falta de provas concretas, tendo apenas diversos suspeitos. Talvez nunca saibamos quem era o assassino por trás daquela máscara.

Mesmo sendo considerado um dos assassinos mais enigmáticos e brutais, ele ainda tem diversos fãs, e chegou até mesmo a “inspirar” a criação de diversos produtos.

Seria o Zodíaco um militar ou um homem comum? Qual é a sua teoria?

Agora… A descoberta

Um dos casos mais misteriosos do mundo chegou ao fim: a identidade do serial killer Zodíaco foi descoberta.

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