Assombração de Connecticut: A maldição da família Snedeker

Na década de 1980, nos Estados Unidos, uma casa foi palco de manifestações malignas, que resultou até mesmo em uma investigação de Ed e Lorraine Warren

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Na década de 1980, nos Estados Unidos, uma casa foi palco de manifestações malignas, que resultou até mesmo em uma investigação de Ed e Lorraine Warren

Em 2009, chegou aos cinemas o longa The Haunting in Connecticut – no Brasil, Evocando Espíritos. Na obra, é retratada a história de uma família que sofre com assombrações supostamente presentes em sua nova casa.

A história é defendida pela família como verídica, apesar de poucas evidências sobre alguma atividade sobrenatural no local. O casal de demonologistas Ed e Lorraine Warren foi chamado para investigar as atividades paranormais da casa, e tudo foi retratado no livro In a Dark Place: The Story of a True Haunting, lançado em 1992.

Família Snedeker

Em junho de 1986, a família Snedeker, composta pelo casal Carmen e Allen Snedeker, seus três filhos e a sobrinha, se mudou de Nova York para Southington, em Connecticut, nos Estados Unidos. A fim de estarem mais próximos do hospital UCONN, pois, o filho mais velho, Phillip, passava por um tratamento de um câncer no sistema imunológico.

Logo após a mudança, os residentes da casa começaram a presenciar fatos macabros, tais como visões fantasmagóricas e barulhos inexplicáveis. Decidiram fazer uma pesquisa para saberem o histórico da propriedade, descobriram que na década de 1920 o lugar serviu como palco para uma funerária.

Phillip, que instalou seu quarto no porão, encontrou documentos e fotos de mortos, além de equipamentos utilizados pelos antigos proprietários. Carmem, afirmou em entrevista, anos mais tarde, que nunca soube do passado do local, apesar do vizinho responsável pela venda alegar que a família sempre esteve ciente.

A família Snedeker

Assombração de Connecticut

A vida na residência tornava-se cada vez mais difícil. A mãe se lembra de uma situação assustadora na qual a água que ela usava para limpar a cozinha se transformou em sangue. “Um vermelho profundo. Isso fez minha pele arrepiar”, conta ela. Ainda de acordo com Snedeker, era possível sentir um cheiro constante de carne podre pelos cômodos.

Philip Snedeker disse em entrevista que presenciou por diversas vezes manifestações malignas: pratos que mudavam de lugar e luzes que apagavam e acendiam por conta própria. O garoto ainda sofreu com uma mudança brusca de personalidade – supostamente influenciada pelas assombrações -, tornou-se violento e frio.

Preocupada, sua mãe pensou que suas visões e atitudes poderiam ser derivadas de sua doença. “O médico disse que não havia chance de ele ter alucinações ou delírios com o medicamento que estava tomando”, contou Carmem.

O filho do meio, Bradley também foi vítima dos supostos espíritos que viviam na casa. “Meu irmão me deitou na maca do necrotério e não me disse o motivo. Isso me assustou muito, mas eu não queria correr”, lembrou o menino, que apesar de sentir medo, não queria parecer fraco perante o irmão mais velho.

A Casa ©Chaprié

Após um episódio no qual Carmem afirmou ter sido enforcada pela cortina do banheiro enquanto tomava banho, tendo sido salva pela sobrinha, a família decidiu convocar os investigadores de fantasmas Ed e Lorraine Warren.

Os famosos demonologistas concluíram que a casa estava “infestada de demônios”. Entretanto, Lorraine disse que o filme é exagerado e baseado “vagamente na investigação real”. Na obra foram adicionados alguns personagens religiosos e um incêndio que libertou os demônios.

A família Snedeker permaneceu na residência por dois anos antes de finalmente procurar um novo lar. Ao longo dos anos eles concederam diversas entrevistas relatando a experiência. Enquanto alguns acreditam na história, há quem fale que é tudo invenção, como atual moradora da casa, Susan Trotta-Smith, diz que as informações são ridículas: “Moramos na casa há dez anos. Nossa casa é maravilhosa. Isso é tudo tolice de Hollywood”.

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